Redução do IPI - Parece ter chegado ao fim a novela envolvendo a redução do imposto sobre móveis e outros produtos industrializados. Em edição especial do Diário Oficial da União no dia de ontem (24), o Governo Federal editou decreto para a manutenção da redução das alíquotas do IPI, mantendo a atenuação de 35% — como prevista anteriormente, mas que estava suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) — para itens de mobiliário, que voltam a operar com alíquota de 3,25% (a taxa fixa estava em 5% até o anúncio da primeira medida em fevereiro). Constam na lista, ainda, outros produtos de madeira e de metal relacionados à cadeia moveleira, além de diversos eletrodomésticos e itens para o lar. O decreto 11.182/22, de 24 de agosto, vem substituir o de número…
Em ano eleitoral, mais uma movimentação em torno do Imposto sobre Produtos Industrializados. O Governo Federal ampliou para 35% a redução da alíquota sobre o IPI para uma lista de produtos, que inclui o mobiliário, eletrodomésticos e outros itens importantes na cadeia moveleira. O novo corte do IPI começou a valer ontem, 1º de maio de 2022. A primeira redução, de 25% sobre a alíquota, foi anunciada no final do mês de fevereiro, com novos decretos sendo publicados posteriormente. No meio do mês de abril, a adequação oficial da Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados – TIPI/2022, que fixava o corte em 25%, frustrou parte do mercado, que aguardava por um abatimento mais amplo — na ocasião, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a dizer que foi…
A alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre os móveis será mantida em 3,75% pelo menos até o final de abril de 2022. O Presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), editou decreto, no último dia 31 de março, que mantém, de maneira linear, a redução do tributo em 25% por mais 30 dias para todos os produtos industrializados, com exceção do tabaco e valores especiais para carros. Dessa forma, a medida inclui também painéis de madeira e laminados, entre outros itens ligados à cadeia moveleira. Com isso, o início da eficácia da medida, que deveria ser vista no último 1º de abril, passa a produzir efeitos apenas a partir de 1º de maio. Quando o governo possivelmente anunciará uma nova TIPI (Tabela de Incidência do IPI), que entraria…
Reindustrialização - O Governo Federal lançou na última quinta-feira (17) um pacote de medidas para estimular a economia e o consumo neste ano eleitoral. Pela estimativa do governo, o conjunto de ações deve injetar mais de R$ 150 bilhões na economia brasileira. Entre as diversas medidas, está a liberação de saque de até R$ 1 mil do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e a antecipação do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). As medidas incluem ainda a autorização para beneficiários do Auxílio Brasil e do BPC (Benefício de Prestação Continuada) contratarem crédito consignado com desconto em folha. O pacote batizado de “Programa Renda e Oportunidade” é visto como uma tentativa de reanimar a economia e o consumo, num momento de…
Preocupação de brasileiro com economia supera saúde, educação e segurança, diz CNI: desemprego e inflação são as principais questões Se educação, saúde e segurança eram as prioridades da população, a perda do poder de compra e o aumento do custo de vida no País, vêm mexendo com as preocupações e interesses dos brasileiros, que agora passam a ver o desemprego (41%), a inflação (40%) e a corrupção (30%), como os maiores problemas atuais. Com a economia, portanto, tornando-se ponto de atenção da população. É o que mostra a pesquisa “Brasileiros e Pós-Pandemia”, realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) em parceria com o Instituto FSB. Para 45% dos brasileiros ouvidos na pesquisa, a maior prioridade do governo atualmente deve ser o combate à pobreza; 31% defendem o aumento do salário-mínimo;…
O Governo Federal publicou decreto que reduz de forma linear em 25% as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que incidem sobre a indústria nacional e cujos percentuais cobrados variam conforme o tipo de item. Dessa maneira, entende-se que o IPI sobre móveis, incluindo também painéis de madeira e laminados, que vinha em taxa fixa de 5%, caia para 3,75% a partir de agora. A redução já está valendo. A iniciativa foi definida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como um marco na reindustrialização do País, que, segundo ele, “sofre há décadas com tributação alta”. Todos os setores tributados com o IPI foram contemplados, inclusive o de bebidas e armas, tendo como única exceção o de cigarros. “Você vê que a agricultura está voando, porque ela não tem o…
Muito se fala sobre Reforma Tributária no Brasil. Mas, afinal, por que ela é tão importante para a manutenção da nossa economia e produção industrial? Bem, você empresário deve saber melhor do que ninguém! Toda vez que vendemos ou compramos um produto, parte do preço é formado por impostos. Até aí tudo bem! Funciona assim no mundo todo. E, claro, os impostos são essenciais para o equilíbrio do estado e para a prestação de serviços à população. O problema, então, está no modelo tributário adotado no Brasil. Já não é de hoje que denunciamos como a forma de tributação brasileira dificulta o crescimento da nossa economia. Além de deixar a indústria nacional em desvantagem em relação aos seus concorrentes. Nesse modelo, o que produzimos acaba ficando mais caro. Bem como…
A recente medida anunciada pela Casa Branca, sob a liderança de Donald Trump, de impor tarifas punitivas a uma gama de produtos brasileiros, incluindo móveis, não é um raio em céu azul. É, na verdade, a convergência de uma tempestade perfeita, cujas nuvens se formam há anos nos campos da diplomacia, do comércio internacional e, crucialmente, das políticas internas brasileiras. Este artigo visa dissecar essa complexa conjuntura, oferecendo uma análise 360º de suas causas, consequências e, mais importante, dos impactos diretos em nossa cadeia produtiva B2B. 1. A Medida e Suas Motivações: Decodificando a Estratégia "America First" A imposição de tarifas, no manual de Donald Trump, é menos uma ferramenta econômica e mais um instrumento de poder e negociação. A justificativa pública, como sempre, se ancora em três pilares: Protecionismo…