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A revolução virtual na apresentação de produtos

A revolução das imagens na apresentação de produtos

Ao longo de 15 anos, testemunhamos significativas transformações tecnológicas na apresentação de produtos. Inicialmente, a indústria dependia unicamente de estúdios fotográficos até serem introduzido no mercado softwares capazes de produzir cenas e produtos com maior rapidez e menos custo para a indústria e varejo. Em meados de 2008, iniciamos uma revolução virtual com o 3D para apresentação de coleções de produtos para empresas varejistas dos Estados Unidos e catálogos impressos para indústria nacional. Logo, despertando gradualmente o interesse de grandes varejistas e da indústria moveleira para ter seus produtos virtualizados em cenas comercialmente mais atrativas.

Entretanto, a transição para o digital não foi simples, foi uma quebra de paradigma. Muitas empresas até hoje, não tem o conhecimento real da tecnologia envolvida no processo de produção virtual, é uma linha de produção!

Desvende a revolução virtual de produtos

Tanto a indústria quanto o varejo precisavam estar preparados para tirar o máximo proveito das imagens 3D. As empresas que despertaram e compreenderam esta mudança antes e ofereceram a maior variedade de imagens de seus produtos, destacaram-se antecipadamente no mercado. O crescimento não foi linear, mas uma explosão que rapidamente ganhou adesão das plataformas de e-commerce, consumindo muita imagem para preencher as lacunas de suas plataformas. Este movimento acelerado foi desafiador, mas ao mesmo tempo gratificante, especialmente ao acompanhar de perto a evolução do setor moveleiro, creio que seja um dos primeiros a usar em escala desta tecnologia, e poder aplicar nossa expertise em tecnologia 3D para o crescimento e fortalecimento do setor.

Em 2011, portanto, mais decididos a investir trilhar este boom do mercado fomos compreendendo as grandes mudanças do consumidor final, ao acessar este material, percebemos que não bastava alimentar apenas o marketing da indústria com cenas e sim entender o macro. As plataformas precisavam estar aptas a fazer o melhor uso dessas imagens. Dessa forma, aquelas que ofereceram a maior quantidade de imagens e produtos digitalizados em cenários 3D, apresentando-os tecnicamente, saíram na frente. Houve uma explosão de crescimento que não seguiu uma trajetória linear, mas ascendeu rapidamente. As plataformas de e-commerce abraçaram essas empresas que estavam abertas a essa nova opção de apresentação do produto. Simultaneamente, estávamos lado a lado com o setor moveleiro, e esse desafio, além de gratificante, nos orgulha, pois unimos a experiência passada de apresentação manual de produtos à tecnologia 3D.

Desafios para a transição de imagens digital

No entanto, era necessário formar mais profissionais. Assim, nos preparamos, agregando e moldando a tecnologia, equipamentos e profissionais, sempre em sintonia com o mercado.

Os varejos físicos, nacionais e internacionais, dependiam unicamente da visualização de protótipos. Após a aprovação, fotografias em estúdio eram feitas, demandando uma grande movimentação de produtos e pessoas a um custo elevado. Além disso, os recursos de decoração eram escassos, proporcionando uma apresentação de produto focada exclusivamente no item, com poucos elementos adicionais para encantar. Foi nesse cenário que o 3D surgiu para alimentar o marketing, o comercial e o varejo. As indústrias que adotaram essa abordagem e contaram com o apoio de estúdios e empresas capacitadas experimentaram um crescimento acelerado.

Essas mudanças aceleraram diversos aspectos do mercado, como lançamentos de produtos, novas coleções e ofertas fora de época. Por exemplo, se uma cozinha não estava vendendo, não precisa modificar o produto, mas a sua cor, a função ou o uso do produto. Aí entra a estratégia. Atualmente são os vídeos que estão entrando com força para impulsionar as mídias digitais. E do mesmo modo, as mídias digitais também somaram-se ao e-commerce para acelerar as vendas, encantar, mexer com o desejo do cliente. Portanto, muitas vezes não precisamos produzir outro produto e sim apresentá-lo com uma outra cara ou numa outra função para que ele retome a sua venda normal ou até melhor.

Podemos dizer que hoje a indústria moveleira precisa muito dessa estratégia e de uma agência capacitada para imagem 3D para solucionar os problemas de apresentação de produtos. É enxergar além do técnico, além do produto, o digital hoje é muito estratégico. É andar um passo à frente, e não dois, porque se estivermos dois passos à frente não encontraremos o uso ideal para esse produto.

Da amostra física ao digital: uma história de sucesso na exportação

Eu tenho uma história que se passou em meados de 2014, quando o proprietário de uma indústria viajou para os Estados Unidos para apresentar uma coleção de produtos a um grande varejista americano. Ao chegar lá, ele expôs todos os seus produtos em amostras físicas conforme as especificações dos compradores. Contudo, esses compradores mudaram de opinião. Não estavam mais interessados no produto, alegando que não seguia mais a tendência, e solicitaram alterações nos acessórios, puxadores e acabamentos.

Diante dessa situação, o empresário entrou em contato conosco, pois, do contrário, teria que retornar da viagem, criar novos protótipos e viajar novamente, o que levaria pelo menos mais quatro meses. Então, o que fizemos? Começamos a desenvolver esses produtos em tempo real, modelando e ajustando os acabamentos conforme as exigências dos compradores, tudo de forma digital. Após dois dias e diversa modificações nos acabamentos e acessórios, ele saiu de lá com o pedido e uma parceria consolidada com o grande varejista.

Essa história é motivo de orgulho para nós, entre outras, pois demonstra nossa colaboração próxima com a indústria voltada para exportação. Atualmente, quem sai na frente, quem se antecipa, consegue fechar negócios. Não é mais apenas uma questão de capacidade de produção, mas sim de capacidade de apresentação. Certo?

O futuro da apresentação digital: desafios e tendências

O digital veio para ficar. Embora ainda existam fotos pontuais, o grande volume está no digital, na apresentação do produto. Acredito que o futuro está em aproveitar ao máximo as capacidades dos parceiros, como empresas habilitadas em 3D, com tecnologia avançada e profissionais capacitados, que trabalharão para o sucesso. As tendências e tecnologias emergentes são uma realidade, mas sua eficácia depende de onde os produtos serão apresentados.

Utilizamos softwares e equipamentos com alta qualidade e alta performance. A partir de um produto, podemos gerar dezenas de imagens, detalhes e funcionalidades. Uma outra tendência surgindo é a imagem do produto 360º, onde podemos girá-lo para ver todos os detalhes atrás, dentro, por baixo. Embora já estejamos implementando isso, ainda não vimos as plataformas de grande escala adotando essa abordagem para o setor moveleiro.

 

 
 
 
 
 
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Maximizando a comunicação visual: imagens, vídeos e realidade aumentada

Os vídeos são uma tendência atual, com vários modelos, incluindo vídeos informativos de montagem, esclarecendo o processo ao cliente ou ao montador. Esses vídeos, derivados do produto físico e convertidos para o digital, são apresentados em plataformas ou enviados via WhatsApp. Outros vídeos são focados em encantar, destacando a essência do produto, direcionados a públicos específicos. Esses vídeos de marketing são estratégicos e com alta qualidade pois o consumidor B2C e B2B não aceita mais baixa , a exigência atual é alta qualidade sendo nosso compromisso manter-nos atualizados com profissionais e equipamentos de ponta.

A realidade aumentada já existe em algumas plataformas, embora seu uso ainda não seja frequente. Então, novamente, a gente tem que ser estratégico. Ir no que está dando certo e aumentar a qualidade do que está sendo feito. Seja em tempo de entrega, comprometimento e estratégia. No futuro, a demanda por vídeos pode aumentar; no entanto, é crucial continuar produzindo excelentes imagens de produtos que esclareçam as dúvidas dos consumidores antes de investir em vídeos encantadores.

Esse artigo foi escrito por:
Cássio Girolometto
Gestor de design na Dip Studio 3D
www.dipstudio.com.br

Cássio Girolometto Dip Studio 3D

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