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Black Friday e projeções para 2021: Olho no consumidor

Estamos entrando ou não em uma segunda onda de Coronavírus no Brasil? Haverá novas restrições ao comércio físico? O Auxílio Emergencial pode ser prorrogado? Como tudo isso poderá afetar à economia nacional? Quais as expectativas de crescimento para o próximo ano? Infelizmente, o atual período nos traz muito mais perguntas do que respostas. Difícil, então,

Por Carlos Bessa

blackfriday

Estamos entrando ou não em uma segunda onda de Coronavírus no Brasil? Haverá novas restrições ao comércio físico? O Auxílio Emergencial pode ser prorrogado? Como tudo isso poderá afetar à economia nacional? Quais as expectativas de crescimento para o próximo ano? Infelizmente, o atual período nos traz muito mais perguntas do que respostas. Difícil, então, é fazer projeções em um contexto ainda tão pouco definido. O que temos para trabalhar, porém, são os dados atuais e a comparação com os números do ano passado. Ajudando-nos, assim, a construirmos perspectivas com base em inteligência de mercado. No entanto, há ainda outro indicador bastante efetivo para levarmos em consideração quando o assunto é planejamento estratégico: estamos falando do comportamento do consumidor.

Com um movimento desacelerado, mas ainda crescente de busca por móveis e artigos para casa, a Black Friday, que ocorre nesta sexta-feira, poderá ser um divisor de águas neste semestre. “Após a Black Friday, o consumidor deverá mostrar se ele vai continuar com esse apetite por móveis ou não. Na semana que vem iremos começar a sentir isso de uma maneira um pouco mais consistente”, acredita o CEO da ADDE – Indicadores de Apoio à Gestão, Laércio Comar.

É ele, aliás, quem traz um compilado bastante rico sobre os principais movimentos produtivos e econômicos no Brasil, colaborando para tornar esse quebra-cabeça de informações mais intuitivo para os empresários do setor moveleiro. Apesar das dúvidas, Comar enxerga a possibilidade de estabilização da economia — com retorno aos números de 2019 — ao final do próximo ano, mas aconselha: “Convém, principalmente no primeiro trimestre [de 2021], não fazer investimentos altos e cuidar com o nível de estoque [na indústria de móveis]”.

 

Veja mais em nosso Drops Setor Moveleiro de ontem: https://www.instagram.com/tv/CH89TI7hZUo/?igshid=e8qix9s6atop

 

 

 

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