Consolidado do emprego na indústria moveleira reflete momentos distintos do setor em 2020

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Apesar de um ano extremamente sensível e com restrições inclusive à produção, o setor industrial foi o que mais gerou emprego no Brasil em 2020. Aliás, a gente publicou um artigo completo sobre o tema aqui na Plataforma Setor Moveleiro: leia aqui. Mas como ficou a situação do emprego na indústria moveleira?

O volume do emprego na indústria moveleira fechou o acumulado de 2020 com queda de 6,3%. Ainda assim, a produtividade no trabalho cresceu 2,1% no período. Números que, como aponta a Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (ABIMÓVEL), revelam duas faces de um mesmo ano. O fechamento de fábricas e o abatimento da economia nacional no terceiro trimestre foi imediatamente seguido por um forte movimento de recontratações e novas contratações durante o segundo semestre de 2020, que reverteu em parte a situação. A falta de insumos para fabricação de móveis e de mão de obra qualificada, no entanto, continuam afetando o ritmo da produção no setor, apesar da alta demanda.

Dessa forma, o emprego na indústria de móveis recuou em 0,7% em dezembro de 2020 comparando-se ao mês imediatamente anterior. Ressaltando que  o número de horas trabalhadas também apresentou recuo tanto em relação a novembro quanto ao acumulado do ano anterior, -5,8% em ambas as comparações. Por outro lado, a massa salarial apresentou aumento de 20,2% em dezembro de 2020 no comparativo com novembro do mesmo ano. Avançando, assim, para R$ 481,7 milhões. Já no acumulado do ano passado, observou-se recuo de 7,6%.

Conjuntura do emprego na indústria moveleira

Tais dados fazem parte do relatório “Conjuntura de Móveis”, publicado pela ABIMÓVEL e pelo IEMI – Inteligência de Mercado. Na opinião da associação moveleira, os números do consolidado de 2020, no que diz respeito às taxas de ocupação e produtividade na indústria de móveis, revelam um cenário melhor do que o esperado no início da pandemia. Isso, graças à movimentação de entidades de classe e do Governo Federal na busca por alternativas para a manutenção do emprego durante o ápice da crise. Um exemplo é o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda, que volta a ser discutido no Congresso Nacional e deverá entrar novamente em vigor, com alterações, em breve.

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