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Descubra as 4 principais tendências para o morar até 2025: oportunidades de produtos no setor moveleiro

Tendências para o morar – A pandemia provocou uma migração em massa de atividades para casa, e novos desafios vão mantê-las lá enquanto caminhamos para 2025. Custos de vida mais altos, mercados em recessão e o impacto do aquecimento global farão com que continuemos a fazer mais  – e esperar mais –  dos espaços em que vivemos e dos produtos que os compõem, incluindo, claro, o mobiliário. 

O relatório “Home Lifestyles 2025”, idealizado pela WGSN, descreve as oportunidades de produtos para casa nos próximos anos. Isso, à medida que os espaços residenciais evoluem para um local multifuncional para viver, trabalhar, descansar, educar, aprender e se divertir, elencando novos desejos, ansiedades e prioridades que moldarão o que os consumidores precisam e desejam — seja a tinta que escolhem para as paredes, os ingredientes que adicionam à comida, as roupas que vestem, a tecnologia que usam, a loção que aplicam no rosto ou os móveis que utilizam.

Os próximos três anos serão desafiadores. Mas também oferecem uma chance única – na verdade, um imperativo – de inovar. Períodos de mudança e incerteza econômica podem ser o melhor momento para refinar produtos antigos, criar novos e expandir para novos mercados”, diz o relatório da WGSN, que com mais de 20 anos de experiência em previsão e análise de tendências, sabe bem que aqueles que tomam as decisões certas agora podem obter uma vantagem competitiva e uma conexão mais profunda com os consumidores a longo prazo.Para explicar melhor essa casa de 2025 e o que se espera em matéria de produtos para esses novos tempos, nós, da Plataforma Setor Moveleiro, separamos os principais temas elencados no relatório em uma série de conteúdos simples e objetivos em nosso site, começando por:

Viva intencionalmente

“Daqui a centenas de anos, os historiadores podem olhar para o início do século 21 como um grande despertar. Sistemas antigos não estão mais nos servindo e novas ideias e inovações estão preenchendo o vazio”, destaca o relatório. 

O consumismo cego está sendo substituído pelo consumo consciente; o reparo e a reciclagem estão ajudando a resolver o problema do desperdício desenfreado; e a pressão pelo lucro sem fim está sendo evitada em favor de modelos de negócios mais sustentáveis, incluindo o conceito emergente de capitalismo regenerativo. “Estamos entrando em uma era de viver intencionalmente, onde as decisões e ações do consumidor serão feitas com um maior senso de propósito”, enfatizam. 

Esta é, de fato, uma mudança relativamente recente e com grandes consequências. A preocupação com embalagens plásticas, por exemplo, pode ter sido considerada uma preocupação marginal há 40 anos, mas agora são sentimentos comuns. Inclusive com a obrigatoriedade da Logística Reversa no Brasil.

À medida que os climas se tornam mais erráticos e extremos e o acesso a alimentos, combustível e água se torna menos garantido, a vida intencional será uma estratégia importante para os consumidores sobreviverem, prosperarem e ganharem um senso de controle em meio à incerteza. Esta, enraizada na convicção de que muitos pequenos ações têm o poder coletivo de fazer a diferença.

As marcas precisarão ser claras sobre seu compromisso com as pessoas e o planeta neste novo cenário, com foco em deixar o ambiente melhor do que o encontraram. Produtos para solução de problemas serão essenciais, sejam designs acessíveis e bem feitos que prometem durar mais, ou itens que podem nos ajudar a ser mais engenhosos e autossuficientes em um mundo imprevisível.

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Tendências para o morar em 2025

Pontos de ação

Apoie a autossuficiência

À medida que os consumidores enfrentam dificuldades financeiras e acesso limitado a itens básicos como combustível e alimentos, qualquer coisa que possa capacitá-los a serem mais autossuficientes terá um apelo claro. Sejam: kits de cultivo de alimentos; roupas termorreguladoras para se aquecer; opções de consertos e renovação de mobiliário; serviços para tecnologia; alimentos recarregáveis ​​e produtos de beleza; ou produtos para conservar ou gerar energia em casa.

Seja proativo no atendimento aos seus clientes

A tecnologia inteligente e a Inteligência Artificial estão mudando as expectativas sobre conveniência e serviço. Já que os produtos não apenas reagem às nossas necessidades, mas também as prevêem. Isso afetará todos os setores – mesmo aqueles que não tocam na tecnologia. Marcas que podem antecipar e entregar o que seus consumidores querem e precisam antes de pedirem ganharão lealdade de longo prazo. Seja por meio de assinaturas de produtos com reposição automática ou fornos inteligentes que pré-aquecem antes de você chegar em casa.

Concentre-se em fazer mais bem, em vez de menos mal

Em 2025, os consumidores esperam que as marcas não apenas reduzam seu impacto no planeta, mas também o regenerem. Do fornecimento à produção e varejo, faça um balanço de como você pode deixar habitats e comunidades melhores do que os encontrou e também pense em como seus produtos agregarão valor à vida das pessoas que os usam, para que sejam valorizados pelo longo prazo.

Evite a ‘lavagem de reclamações’

O mundo está em um período de transição. Então, tudo bem se sua marca não tiver tudo planejado. O que não está certo é fazer afirmações sobre a eficácia ou sustentabilidade do seu produto que você não possa apoiar, de fato entregar. Os consumidores estão comprando em sintonia com seus valores. Dessa forma, honestidade e transparência sempre terão um impacto mais forte do que declarações vagas ou enganosas. Seja real com eles sobre onde você está em sua jornada.


Agora que você entendeu o conceito e no quê os consumidores vêm apoiando suas decisões, que tal entender melhor sobre as oportunidades de desenvolvimento, melhoramento e adequação de produtos para esse viver mais intencional com foco no ganho de mais competitividade e mercado nos próximos anos seguindo as tendências para o morar até 2025?

 

Na semana que vem a gente continua essa discussão por aqui. Não perca!

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