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Desempenho e projeções para o varejo de móveis: qual a real conjuntura em relação ao pré-pandemia?

Projeções para o varejo de móveis – No 15º capítulo da coluna Demanda em Foco Setor Moveleiro, Marcelo Prado, diretor do IEMI – Inteligência de Mercado, compartilha mais dados interessantes, dessa vez do varejo de móveis e colchões no Brasil.

De um lado, o colunista traz indicadores definitivos do desempenho do comércio varejista no setor em 2021. De outro, apresenta dados preliminares da performance do varejo de móveis e colchões nos primeiros quatro meses de 2022, comparando-os ao boom nas vendas da categoria nos dois últimos anos, bem como com o pré-pandemia, em 2019.

Afinal, os ganhos conquistados no período de explosão na demanda por mobiliário ainda estão sendo preservados em 2022?

Ao analisarmos os números definitivos da venda de móveis e colchões nos anos da pandemia, veremos que em 2020, o consumo no varejo local (sell out) foi de R$ 94,5 bilhões em faturamento, seguido por crescimento de 7%, totalizando R$ 101,1 bilhões em 2021.

Em volume, no entanto, o cenário é um pouco diferente: 410 milhões de peças em 2020, número 7,9% superior a 2019; com baixa de 1,8% no ano seguinte, 2021, quando foram vendidas 403 milhões de peças de mobiliário no varejo nacional.

Para 2022, resultados preliminares apontam uma queda de 2,1% no volume de vendas móveis e colchões no varejo. Se confirmado, o resultado seria 3,7% inferior ao registrado no primeiro quadrimestre de 2021, mas 1,7% superior ao acumulado em igual período em 2019.

Entenda melhor a real conjuntura de consumo para o setor moveleiro no comércio varejista nacional no Demanda em Foco de hoje:

 

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