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Distanciamento social como tendência no varejo

Tendência no varejo – A situação que passamos nos últimos dois anos coloca em destaque um grupo de consumidores que já vinha sendo monitorado e que agora, literalmente, ganha seu espaço. Para eles, quanto menos contato físico e interação social, melhor a experiência de compra. 

Você já notou, por exemplo, o aumento dos caixas de autoatendimento nas lojas? 

A Sephora, gigante dos cosméticos, adotou uma solução bem simples e funcional nesse sentido. A empresa cestas de compras de diferentes cores em suas lojas físicas para sinalizar os clientes que querem ou não serem assistidos por um vendedor.

Já a Apple desenvolveu um aplicativo todo focado nesse novo perfil de consumidor. Um dos recursos mais interessantes é o “Pick and Go”, uma modalidade de autoatendimento que permite ao cliente, dentro da loja física, fazer a leitura pelo código de barras, pagar on-line, imprimir o cupom fiscal e sair levando o produto sem qualquer interferência. 

Ou seja, agora em nosso quinto conteúdo da série, sem dúvida podemos afirmar: o futuro do varejo está extremamente baseado na praticidade e na experiência do consumidor. Passando, claro, pela segurança destes. 

A gente falou mais sobre experiência de compra na semana passada – “Tendências mídias sociais: um futuro sem cookies e a privacidade de dados na Internet”.

Tendência no varejo: novas formas de pagamento e a era PIX

E se a maneira de fazer compras mudará, a tendência no varejo nas formas de pagamento também. Com aplicativos do tipo carteira virtual, como o PicPay, e os bancos digitais, como o Nubank, ganhando cada vez mais adeptos.

Além disso,  a modalidade PIX traz diversos benefícios em campanhas de vendas. Tais como o oferecimento de descontos e preços exclusivos para optantes da modalidade, bem como uma melhor gestão do estoque e fluxo de caixa por parte do lojista. 

No caso do varejo eletrônico, a grande vantagem do Pix é a otimização dos processos de pagamento, por meio da mecânica simplificada e redução nos prazos de entrega devido à rápida confirmação das transações.

Já no físico, o Pix pode beneficiar todas as redes ao oferecer um meio de pagamento sem atrito no caixa. 

O varejo que trabalha com crediário também deve sair ganhando. Isso, uma vez que clientes que hoje utilizam apenas cartão de crédito tem aceitado com facilidade este novo canal de pagamento.

E o metaverso?

Sim, já há lojas virtuais, por exemplo, que facilitam as vendas de e-commerce oferecendo produtos exclusivamente digitais, incluindo tokens não fungíveis, as NFTs, para vestir e hospedar avatares, por exemplo.

A presença do tema metaverso no varejo é cada vez mais constante.

Trata-se da terminologia utilizada para indicar um tipo de mundo virtual que tenta replicar a realidade através de dispositivos digitais. É um espaço coletivo e virtual compartilhado, constituído pela soma de “realidade virtual”, “realidade aumentada” e “Internet”.

Os entusiastas dessa inovação, vista por muitos como o futuro da Internet e das relações sociais, acreditam que as empresas que investirem nessa abordagem desde agora poderão obter grandes vantagens a médio prazo. E, sim, o conceito é ainda difícil de ser explicado, mas fica mais fácil de entendermos ao tratarmos individualmente de cada um dos pontos que a compõem: Realidade Virtual, Realidade Aumentada e a Internet. E é sobre estes recursos que falaremos no próximo conteúdo da série “O Futuro do Varejo”.

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