Exportações brasileiras de móveis e colchões avançam 8,8% no 1º trimestre

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As exportações brasileiras de móveis e colchões cresceram 8,8% no primeiro trimestre deste ano em comparação a igual período em 2021, um ano histórico para o comércio exterior no setor.

Mesmo que num ritmo decrescente, a variação do volume exportado nos últimos 12 meses também continua apresentando resultado positivo de 42%. Indicando, assim, que 2022 deverá ser mais um ano marcado pela internacionalização da indústria brasileira de móveis e colchões.

Os indicadores são extraídos da “Conjuntura de Móveis” e do “Monitoramento das Exportações de Móveis”, relatórios mensais desenvolvidos pelo IEMI – Inteligência de Mercado com exclusividade para a ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário) e para a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).

Exportações em março de 2022

No terceiro mês do ano, porém, quando a indústria moveleira nacional exportou cerca de US$ 71,6 milhões (FOB), nota-se um leve recuo de 3%, que, segundo a ABIMÓVEL, se justifica pela reestabilização do setor em todo o mundo, não devendo atrapalhar um fechamento otimista das exportações no primeiro semestre deste ano.

Exportações brasileiras de móveis e colchões por linha de produto

Por linha de produto, nota-se que os móveis de madeira representaram 82,9% do total exportado pelo País. A segunda maior participação foi da linha de móveis estofados, com uma parcela de 11,6%. Por fim, colchões e móveis de metal tiveram uma participação de 2,8% e 2,7%, sequencialmente.

É importante dizer, no entanto, que na variação mensal observou-se que dois segmentos apresentaram crescimento quando comparado com março de 2021. São eles: móveis de estofados, +30,8%; e móveis de metal, +18,9%.

As exceções foram os segmentos de colchões, -9,4%; e de móveis de madeira, -6,7%. “Estes últimos dois [estofados e metal] sendo alguns dos principais focos da demanda aquecida no setor moveleiro durante os últimos dois anos, tanto no mercado interno quanto externo, justificando-se a reestabilização do consumo agora em 2022”, acrescenta a entidade.

Principais destinos

Voltando ao acumulado do primeiro trimestre deste ano, de acordo com os indicadores apresentados na Conjuntura de Móveis, as exportações de móveis e colchões para os Estados Unidos continuam como o maior destino do setor, com participação de 35,4%.

O Chile permaneceu em segundo lugar, como destino de 8,2% das exportações do setor; seguido pelo Reino Unido; com 8,1% do total exportado no período.

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Origem das exportações

No que diz respeito às principais origens das exportações brasileiras no setor, os três estados da região Sul são os maiores do País. Juntos, Santa Catarina (37,5%), Rio Grande do Sul (31,1%) e Paraná (15,0%) corresponderam a 83,5% das exportações de móveis nacionais no primeiro trimestre de 2022.

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