Móveis para áreas externas: O ‘novo morar’ e a ode às varandas

Móveis para áreas externas: O ‘novo morar’ e a ode às varandas

21 de janeiro de 2021Categories: IndústriaTags: ,

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O pensamento estratégico se torna ferramenta essencial para adaptarmos os negócios às grandes transformações pelas quais o mundo vem passando nos últimos tempos. Cientes de nosso papel, visamos formas de levar conteúdo para o maior número de canais possíveis. Com este intuito, contamos com uma coluna mensal no Portal da Feira ForMóbile – empresa patrocinadora da Plataforma de Negócios Setor Moveleiro – , onde buscamos levantar, compreender e compartilhar as tendências comportamentais e de consumo que vêm impactando às estratégias de design na concepção de produtos para o “novo morar”. Leia a seguir o segundo conteúdo da série: Móveis para áreas externas

Em nosso último conteúdo em colaboração entre a Plataforma de Negócios Setor Moveleiro e a ForMóbile Digital começamos a falar sobre como os novos comportamentos induzidos pela pandemia do Coronavírus vêm influenciando nas dinâmicas do morar e, consequentemente, na produção moveleira no Brasil e no mundo. Entre os principais pontos, então, apontamos a consolidação do home office como um elemento decisivo na busca por soluções cada vez mais híbridas. Especialmente agora que rompemos muitas das limitações entre a vida pessoal e profissional. Mas não é só isso! Esse hibridismo também se aplica entre espaços públicos e privados, internos e externos. Com muitas paredes desabando, literal e figurativamente!

Áreas externas

Diante de todos os recentes acontecimentos, passamos a olhar o mundo de dentro para fora. Com a vida acontecendo no interior de nossos lares. Nesse sentido, as áreas externas, como as sacadas, que por algum tempo ficaram esquecidas ou até mesmo viraram depósitos em meio a correria do dia a dia – em que mal passávamos tempo em casa -, tornam-se espaços de luxo. Concedendo-nos aquela dose diária de vitamina D tão necessária e possibilitando, assim, uma conexão entre os espaços internos e o mundo exterior. Quem não se lembra, aliás, da comoção gerada durante o lockdown na Itália. Com pessoas reunidas em suas varandas para cantarem, conversarem e se unirem, mesmo que à distância?

A tão falada varanda gourmet

Essa dinâmica, claro, aumenta a preocupação com a ambientação desses espaços. A começar pelo mobiliário. Para quem conta com sacadas espaçosas, a criação de espaços gourmet e de entretenimento são uma ótima pedida. Para esse público, então, pensar em móveis com superfícies nobres, como as inspiradas em madeiras, pedras e metais é essencial. Investir em tecnologia também. Das mais simples, como às próprias superfícies de fácil limpeza; passando por ferragens ergonômicas e flexíveis; àquelas mais sofisticadas, como os chamados móveis inteligentes – com o mobiliário conectando-se a diferentes dispositivos, aplicativos e eletrodomésticos.

Otimizando áreas externas

Entendemos, no entanto, que essa não é a realidade da maior parte dos projetos arquitetônicos no Brasil, especialmente nas grandes cidades, com imóveis cada vez menores. Para quem ainda tem a sorte de ter uma varanda, mas com pouco espaço, a sugestão é investir em móveis dobráveis e empilháveis. Bem como peças triangulares e com espaço para armazenamento. Otimizando, assim, os chamados “cantos mortos” das sacadas. Em tempo, pensar no ambiente no sentido vertical, com mobiliário mais alto, com linhas finas e formas mais puras, pode ajudar a criar uma sensação de maior fluidez. Fica a dica para os industriais!

De dentro para fora: Conexão com o mundo exterior

Por fim, sabemos que as varandas e até mesmo os quintais são realidades inacessíveis ou mesmo inviáveis para muita gente. Mas isso não têm impedido os moradores de criarem seus espaços de interação com o mundo exterior sem sair de casa. Abrindo a janela; deixando a luz entrar; adicionando elementos naturais, como as plantas, e, claro, uma boa poltrona, aqueles cantinhos iluminados da sala ou do quarto se tornam bem especiais. Para acompanhar essa tendência, os moveleiros devem apostar nos materiais certos.

Esqueça a frieza do estilo escandinavo. Madeiras e fibras naturais com aspecto quente e iluminado – com fundo dourado, alaranjado ou avermelhado – estão com tudo. Trazendo sensação de acolhimento e conforto aos lares. Além de criarem um contraste super legal com materiais como o concreto, pedras e metais, que continuam em alta. As pelúcias e tecidos de trama larga e aspecto macio ajudam a completar essa vibe do cocooning, convidando a um momento especial de introspecção e autocuidado.

Dessa forma, com adaptações simples, conseguiremos desenvolver coleções e trazer soluções cada vez mais assertivas e em sintonia com os novos anseios dos consumidores. Que, aliás, estão investindo amplamente em mobiliário neste momento, provocando um aquecimento muito bem-vindo no setor. Não perca o timing!

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