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Mudar ou não mudar? Eis a questão!

Ouso-me a aventurar por caminhos desconhecidos, porque prefiro conviver com as incertezas e em paralelo a remediação das mesmas; do que viver a extrema calmaria da comodidade e segurança. Só assim consigo me sentir vivo.” Rafael Junger de Castro Medeiros

Qual a certeza que temos sobre as situações que nos envolvem? Como lidar com o insólito?

Em tempos de pandemia, a máxima do filósofo grego Sócrates – “Só sei que nada sei” – é mais que uma referência, um indicador de sobrevivência. De repente nos vimos num roteiro de filme que não gostaríamos de ter escrito e muito menos protagonizado.

A nova onda nos impele à busca do novo, do desconhecido… Se é certo que jogar parado não é a melhor solução para os dias atuais e futuros. É também verdade que a mudança pode não levar para algo melhor, e a razão disto é que nosso destino está sendo escrito neste momento. Não temos um rascunho para nos orientar, é tudo escrito é em tempo real.

Como agir, então? Mudar não significa precipitar-se. Antes, indica um estado de espírito que nos alavanca entre o inconformismo e a ação. A reflexão é: jogar parado nos garante sequência na “partida”? Depende! Se você tiver sobra de caixa é uma boa opção não fazer nada nesta hora. Agora, se você não tem fôlego financeiro é muito provável que o melhor caminho seja ousar. Afinal, quando “nada garante nada”, é melhor ser ferido lutando do que repousando inconsequentemente.

Como você se insere nesta reflexão? “Food for thought”, diriam na língua inglesa.

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