Varejo on-line: A experiência como elemento de compra

Varejo on-line: A experiência como elemento de compra

25 de janeiro de 2021Categories: VarejoTags: ,

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O ano de 2020 já é um divisor de águas para o varejo de móveis, não só brasileiro, mas mundial. O isolamento social e as restrições ao comércio físico carimbaram de vez a escalada do varejo on-line. Que não só aparece como um facilitador tanto para quem vende quanto para quem compra. Como também vai ao encontro das diversas mudanças relacionadas aos hábitos e perfis de consumo evidenciadas neste ano – e das quais já falamos bastante aqui na plataforma.

Para se ter uma ideia, o crescimento das vendas on-line durante os meses mais restritos da quarentena no País, chegou a 81%, quando comparado com os cinco primeiros meses de 2019. O número é da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Relatório divulgado pela instituição, ainda demonstrou que 61% dos consumidores que já usavam o meio virtual para fazer compras afirmaram ter utilizado quase duas vezes mais esse serviço durante a pandemia.

Varejo on-line

E, claro, em um mundo cada vez mais conectado, a experiência do consumidor se torna um elemento coringa para se manter a continuidade e saúde dos negócios na esfera virtual e, consequentemente, na física. Isso porque, nesse ambiente, essa experiência tem um poder de disseminação muito rápido e abrangente. Podendo repercutir tanto positiva quanto negativamente sobre a marca por meio das redes sociais e plataformas como o Reclame Aqui, por exemplo.

Por isso mesmo, temos como meta interpretar os caminhos do varejo do futuro. Com o e-commerce, sem dúvida, tornando-se um canal crescente e que irá assumir proporção, relevância e impacto ainda maior no consumo daqui para frente. E é para debater sobre  “A experiência como elemento de compra no varejo on-line”, que convidamos André Menin – sócio-diretor da Studio Menin; Bruno Benini – diretor da Elare®; e Victor Guidini – sócio-diretor da Cimol, para participarem de mais uma edição do Webinar Setor Moveleiro.

Omnicanalidade: Futuro do varejo

“Vejo que com o início da pandemia, a presença on-line das marcas ficou ainda mais forte. Como numa tentativa de se aproximar do consumidor, levando a melhor experiência de compra possível. Além, claro, de ofertar produtos para todos os gostos e bolsos. Com o segmento casa e decoração ganhando cada vez mais espaço”, ressalta Bruno Benini, da elare.com.br.

Quando olhamos especificamente para o setor moveleiro, no entanto, por mais que as questões de consumo venham se digitalizando na velocidade da luz, o segmento ainda tem um longo trabalho de melhoria de soluções sensoriais. Como postagens de fotos, vídeos e outras ferramentas para trazer ainda mais confiança ao consumidor final. Pelo menos é o que acredita Victor Guidini, da Cimol: “É por isso que entendo que os dois canais – o físico e o e-commerce – vão andar muito próximos por anos ainda. Diria que meio a meio”.

De fato, a omnicanalidade – tanto em espaços on-line quanto off-line – é um tópico recorrente quando o assunto é o varejo de móveis. “Hoje, estar on-line não é mais uma simples opção. Para as empresas e lojas de móveis, portanto, ser omnichannel é obrigação. Questão de sobrevivência! Além de abrir as portas para novas e grandes oportunidades para quem está preparado”, opina André Menin, da Studio Menin.

Varejo on-line como fonte de informação

Nessa dinâmica, o on-line permite focar esforços para compreender os consumidores finais. Entendendo o que pode ser melhorado e, por fim, mudando rapidamente os processos e os produtos. Assim, o e-commerce deixa de ser apenas um canal de vendas para se tornar a principal fonte de coleta de informação dos hábitos e preferências dos consumidores finais. “Coletar dados, entendendo o comportamento das pessoas, passou a ser fator-chave para desenvolver melhores produtos, produzi-los com mais inteligência e a menores custos, bem como entender como transportá-los com mais facilidade”, completa Menin.

Ao se alcançar esses pontos, o processo de produção e venda não só se torna mais assertivo e descomplicado, como ganha também o consumidor no quesito experiência, tendo a sua demanda atendida com precisão e agilidade. O que é essencial considerando-se que todos os participantes acreditam que daqui para frente, a user experience deva ser o ponto central das tomadas de decisão no varejo. Aliando-se, aí, ao custo-benefício, sempre muito relevante em qualquer processo de compra e venda.

Webinar Setor Moveleiro

Para se aprofundar no assunto, assimilando de vez o valor da experiência de compra para o futuro dos negócios, assista a seguir o bate-papo exclusivo:

 

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