Resultados do mercado de colchões e camas box em 2021 apontam avanço também para este ano

Resultados do mercado de colchões e camas box em 2021 apontam avanço também para este ano

27 de maio de 2022Categories: IndústriaTags: , ,

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Muito se falou sobre a indústria de colchões e camas box nos últimos anos, especialmente em relação à demanda superaquecida por parte dos consumidores durante o isolamento social, que, entre outros problemas provocados pelo descompasso na cadeia de abastecimento global, gerou escassez de matérias-primas, além de aumentos consideráveis nos preços de produção na fábrica e de venda no varejo, bem como demora nos prazos de entrega. Mas, afinal, como ficou o mercado de colchões e camas box em 2021?

Quem revela alguns dos principais indicadores é o IEMI – Inteligência de Mercado, apontando o potencial para o segmento em 2022. Segmento, este, que congregou 486 unidades industriais no ano passado, com investimentos que giraram em torno de R$ 57 milhões no chão de fábrica, gerando mais de 28,9 mil empregos no País.

Mercado de colchões e camas box

Estimativas apontam que a indústria de colchões e camas box produziu cerca de 38 milhões de peças em 2021. O número é superior ao produzido em 2020, quando o setor já havia experimentado um crescimento de 3,6% sobre 2019, ano pré-pandemia.
Em valores, a indústria brasileira produziu um montante estimado em R$ 11,7 bilhões de colchões e camas box.

Resposta ao aumento no consumo interno aparente, que avançou em 2021, totalizando 37,8 milhões de peças disponibilizadas no mercado nacional durante todo o ano. Deste total, apenas 0,16% foi suprido por produtos importados.

Os principais canais de distribuição são as lojas próprias ou franqueadas. Embora o e-commerce tenha sido o canal que mais cresceu no ano passado, ficando responsável por 22% do volume das vendas no segmento.

Por região, a sudeste, liderada pelo estado de São Paulo, foi a principal consumidora de colchões e camas box no Brasil.
Já quando o assunto é o comércio exterior, foram exportados, segundo o IEMI, US$ 21,4 milhões de peças.

Resultados que demonstram que o setor continua avançando, apesar dos problemas logísticos e de abastecimento que ainda rodeiam a indústria de móveis e colchões, e mesmo com o fim do isolamento social. Apontando, dessa forma, ótimas perspectivas para 2022.

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