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Setor moveleiro: Exportações para os Estados Unidos crescem quase 90% em dois anos

Principal destino dos móveis brasileiros no exterior e um dos mercados mais relevantes do mundo, as exportações moveleiras para os Estados Unidos tiveram um crescimento bastante significativo em termos de valor em 2020: US$ 270,2 milhões, representando um aumento de 12,1%. Entrando 2021 em ritmo aquecido, portanto, na comparação com janeiro do ano passado (pré-pandemia), o aumento chegou a 57,4%.

Números revelados pelo “Monitoramento das Exportações de Móveis” — estudo realizado pela ABIMÓVEL e a Apex-Brasil, como parte das ações do Projeto Brazilian Furniture. Aliás, ontem nós trouxemos aqui na Plataforma Setor Moveleiro um panorama geral com os principais números do estudo. Tenha acesso clicando neste link.

ESTADOS UNIDOS -MONITORAMENTO DAS EXPORTAÇÕES DE MÓVEIS - ABIMÓVEL - APEX-BRASIL

Evolução das exportações para os Estados Unidos: Móveis e colchões

Os dados ficam ainda mais interessantes ao confrontarmos os resultados do primeiro mês deste ano com os do início de 2019: o crescimento chega a 88,9% nos últimos dois anos. Com a categoria “móveis” sendo a com o maior volume importado pelos Estados Unidos no período. Demonstrando, assim, evolução crescente na negociação de mobiliário entre os dois países. De fato, as exportações de móveis brasileiros para o mercado americano vêm evoluindo em um ritmo médio de 18,3% ao ano desde 2016. “Bem acima dos concorrentes”, segundo aponta a ABIMÓVEL.

ESTADOS UNIDOS -MONITORAMENTO DAS EXPORTAÇÕES DE MÓVEIS - ABIMÓVEL - APEX-BRASIL_INSTA

A título de curiosidade, vale ressaltar que o estado da Flórida é a grande porta de entrada para os móveis brasileiros no mercado americano. O “Mapa Estratégico de Oportunidades nos Estados Unidos” da Apex-Brasil, no entanto, revela que temos ainda mais espaço para crescer. “A China é, atualmente, nosso principal competidor. As disputas comerciais entre os dois países, porém, podem favorecer consideravelmente o mercado brasileiro. Continuaremos monitorando e cunhando oportunidades!”, ressalta a direção da entidade moveleira corresponsável pelo estudo.

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