Após nove meses de resultados negativos, o varejo de móveis e eletrodomésticos recuperou consideravelmente suas margens de queda ao final do primeiro trimestre de 2022. Com isso, o acumulado no ano passou de -12,5% até fevereiro para -6,5% até março. Demonstrando um recuo mais moderado e em ritmo decrescente, segundo a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), publicada pelo IBGE (Instituto brasileiro de Geografia e Estatística). O varejo de móveis e eletrodomésticos cresceu 0,2% na passagem de fevereiro para março deste ano. Já em relação a março de 2021, a alta foi considerável: de 6,7%. Os itens de mobiliário foram os principais responsáveis pela alta na comparação com igual mês do ano passado. A venda de móveis, exclusivamente, registrou crescimento de 10,1%. Os eletros, por sua vez, tiveram alta de 4,9%…
Boas novas no varejo de móveis e eletros. Acumulando quedas consecutivas desde o mês de junho do ano passado, quando o esfriamento da demanda de consumo na área começou a se intensificar, o segmento cresceu 2,3% em volume e 3,7% em receita em fevereiro sobre janeiro de 2022, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Embora tímido, o avanço demonstra que os esforços do varejo em criar promoções e explorar o marketing na área estão gerando efeito. Para a ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), o crescimento no varejo em oposição ao declínio na produção de móveis no período, pode ser justificado, entre diversas análises possíveis de serem feitas, pelo fato de que um dos pontos que mais pesaram sobre a produção nos últimos meses está concentrado…
Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA, medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os preços nacionais de mobiliário foram puxados por um aumento de 2,07% nos custos inflacionários sobre o valor das peças em dezembro de 2021 em relação ao mês anterior. Com isso, a inflação sobre móveis fechou o ano com acúmulo de 15,7%. Número considerado alto ao se distanciar significativamente da meta e que deve ter pesado negativamente na tomada de decisão do consumidor brasileiro, que vem perdendo poder de compra nos últimos meses. O preço médio do mobiliário no varejo nacional foi de R$ 227,42 por peça em novembro de 2021. Valor 2,52% maior que o praticado no mês anterior. Em dezembro, novo aumento de 2,07%, atingindo-se o montante de R$…
“Vendas no varejo caem 6,1%”, “Vendas do comércio varejista crescem 1,2%”. Informações diferentes, mas que trazem duas verdades que refletem um mesmo cenário. Com os números consolidados do ano de 2020 finalmente sendo revelados, é hora de tentar desvendarmos o percurso percorrido até este momento e compreendermos as possibilidades para o mercado moveleiro a partir daqui. A gente já havia levantado essa questão em nosso artigo sobre os números da produção industrial de móveis: “Conjuntura moveleira: Produção e consumo estão se estabilizando? Entenda o momento!”. Agora é hora de focar nas vendas no varejo, desta vez utilizando os dados divulgados na última Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), produzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dados gerais do varejo em 2020 Para começar, vamos tentar entender as duas manchetes…