A Plataforma Setor Moveleiro tem trazido informações atualizadas sobre o desempenho da indústria brasileira de móveis, avalizados por fontes oficiais de pesquisa, além de entidades e executivos da indústria moveleira, contextualizando o cenário no Brasil e no mundo. Por um lado, os últimos relatórios de mercado registram alguns números em queda. Por outro, há sinais de ligeira melhora nos dados de produção no setor de móveis. Mas, afinal, o momento é de colocar o pé no freio ou de acelerar? Para responder a esta pergunta, primeiro é essencial entender o percurso e tudo o que está à volta desta trajetória percorrida pela indústria moveleira até aqui. Indústria moveleira empurra setor produtivo nacional para cima Após passar por algumas reformulações em sua metodologia, a Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF),…
Como já divulgamos AQUI, a produção brasileira de móveis e colchões caiu 16,2% em volume no acumulado de 2022 frente ao ano anterior. Para a ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), o recuo se justifica em parte pela demanda aquecida por mobiliário e itens para casa em 2021. Comportamento motivado, especialmente, pelo isolamento social e a necessidade de adequações no ambiente doméstico para receber o home office e o ensino remoto, estimulando a produção e as vendas do setor no período. Tal dinâmica, porém, desacelerou no ano passado, não apenas pelo retorno das atividades presenciais, mas também diante de uma crise no custo de vida do brasileiro. Veja a evolução da produção brasileira de móveis e colchões ao longo de 2022: O cenário de produção mais contraída e de…
Exportações brasileiras de móveis e colchões Não é novidade para ninguém que o ano de 2022 foi desafiador. Enquanto de um lado celebramos o retorno à normalidade de diversos aspectos e atividades como conhecíamos antes da devastadora pandemia de Covid-19. De outro, o crescimento global está diminuindo diante de uma inflação elevada, taxas de juros mais altas, investimentos reduzidos, entraves logísticos e dificuldades na cadeia de abastecimento, além de problemáticas causadas pela invasão russa na Ucrânia. Questões que refletem na economia global, no comércio exterior e, consequentemente, na produção e nas exportações da indústria, inclusive no setor moveleiro do Brasil, já impactado por questões políticas e econômicas no cenário interno. Diante desse cenário, dados da última edição da “Conjuntura de Móveis”, estudo desenvolvido pelo IEMI com exclusividade para a ABIMÓVEL…
Impacto inflacionário - Ontem nós falamos aqui na Plataforma Setor Moveleiro sobre como a indústria brasileira de móveis alcançou o melhor resultado do ano em volume produzido para um mês em novembro de 2022. Se você ainda não leu, CLIQUE AQUI. Outra novidade positiva trazida pela nova edição da “Conjuntura de Móveis”, estudo desenvolvido pelo IEMI para a ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), é a assinalação de queda no preço médio de produção de móveis, que ao recuar 0,71% em novembro, ficou em R$ 190,06 por peça. Apesar de cair apenas 0,86% no ano, a tendência de queda nos preços de produção nos últimos meses na indústria, pode vir a trazer algum alívio também na ponta. Com o impacto inflacionário sobre os preços dos móveis no varejo fechando…
Continuando a assinalar um processo de leve retomada nos últimos meses de 2022, a indústria de móveis no Brasil alcançou a melhor variação mês a mês de todo o ano em novembro. Foi o que revelou a ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário) na última edição da Conjuntura de Móveis. Segundo o relatório, foram produzidas quase 34,2 milhões de peças no penúltimo mês do ano. Um aumento de 6,9% em relação ao mês anterior. Dessa forma, o acumulado em 2022 caiu de -17,8% até outubro para -17,2% de janeiro a novembro. Em 12 meses, a produção industrial no setor acumulava - 18,0%. Ao tratar da receita da indústria de móveis em 2022, a Conjuntura demonstra que esta alcançou o montante de R$ 6,5 bilhões em novembro. Um novo aumento…
Recapitulando: o ano de 2021 foi, sem dúvida, um dos mais interessantes em termos de resiliência e oportunidades para a indústria de móveis e colchões no Brasil, que alcançou o montante de R$ 79,8 bilhões em produção local (sell in). Valor que corresponde a um aumento de 11,6% em relação ao fatídico 2020, com crescimento do número de peças produzidas (443 milhões, correspondendo a +2,7% frente ao ano anterior), de pessoal ocupado (275 mil pessoas, correspondendo a +3,4%) e das exportações (30,1 milhões de peças, correspondendo a avanço de 39,7%), segundo indicadores corrigidos e atualizados levantados pelo IEMI - Inteligência de Mercado. E em 2022? Bem, não precisamos nem dizer que o ano que passou foi complicado. Seja pela estabilização da demanda ou pelo afundamento do poder de compra do…
Na primeira edição da Pesquisa Industrial Mensal de 2023, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou leve aumento na produção moveleira nacional em novembro do ano passado. Apontando, assim, para números de retração um pouco menos desfavoráveis no fechamento de 2022. Os indicadores do instituto demonstram crescimento de 3,6%, o que é um avanço considerável, no volume de peças produzidas em novembro na comparação com outubro de 2022. Com isso, o acumulado do ano que estava em -17,6% em dez meses, passou para -17,2% entre janeiro e novembro. Já a perda acumulada nos últimos 12 meses, que era de -18,5% até outubro passou para -18% até novembro do ano passado. Veja mais números abaixo. Veja também - Indústria de móveis e colchões: resultados conjunturais 2022 e projeções 2023…
No que é apontado pelo setor industrial brasileiro como um importante passo no processo de reindustrialização do País, que vem passando por uma conjuntura complicada de retração nos últimos anos, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, popularmente conhecido como MDIC, está de volta! Tendo como algumas das principais atribuições a criação de políticas de apoio às empresas de diferentes portes; o estabelecimento de critérios de defesa comercial; bem como a promoção de negociações internacionais que estimulem um mercado competitivo e justo, com o comércio exterior voltando, então, à pasta; a indústria brasileira recebe com otimismo a notícia da recriação do ministério, que será comandado por Geraldo Alckmin, que acumula também a função de vice-presidente do Brasil, na nova gestão do Presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva. - Leia…
Veja também evolução das vendas de móveis mês a mês Nós trouxemos aqui na semana passada, que a categoria “móveis e eletrodomésticos” finalmente avançou no comércio varejista no mês de outubro de 2022 — leia mais —, de acordo com o observado na Pesquisa Mensal do Comércio, a PMC, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar de demonstrar também indicadores do varejo isolado de móveis, excluindo-se a venda de eletros, a pesquisa não traz a variação mês a mês no segmento. Nesse sentido, vale a pena voltarmos ao assunto trazendo também a evolução da categoria durante os meses do ano, afim de ilustramos um cenário mais preciso para a avaliação estratégica do desempenho do setor ao final de 2022. Volume e receita das vendas no varejo de…
As exportações de móveis brasileiros vêm experimentando queda nos últimos meses do ano. Em setembro, o recuo foi de 11,1% comparado ao mês anterior, com a indústria moveleira nacional atingindo US$ 67,2 milhões no montante exportado no nono mês do ano. Em outubro, as exportações do setor voltaram a apresentar declínio, dessa vez de 2,9% frente a setembro, atingindo o montante de US$ 65,3 milhões. A estabilização nas exportações brasileiras no setor frente aos desempenhos históricos nos anos anteriores, especialmente em 2021, contudo, não surpreende empresários e profissionais do mercado, segundo a ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), que já esperavam um processo de reequilíbrio nos números a partir de 2022, mas ainda com margens satisfatórias para a indústria brasileira. O saldo da balança comercial, por exemplo, permanece consideravelmente…