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Hábitos de compra: Consumidores tradicionalistas x A era da experiência e do e-commerce

Hábitos de compra - O mundo vem passando por rápidas e importantes mudanças que impactam diretamente a forma como vendemos e compramos. No Brasil, por exemplo, estima-se que o aumento das compras por meio de sites e aplicativos já chegue a 65%. Um avanço que acreditava-se que levaríamos anos para atingirmos, mas que foi acelerado pelo isolamento social. Em 12 meses, de fevereiro de 2020 a 2021, o consumo de móveis e utensílios para casa, especificamente, teve um salto de 51,89%. Ficando na quarta posição do ranking das maiores evoluções em vendas no comércio eletrônico, segundo o relatório “E-commerce do Brasil: Conversion”. Ainda assim, há um longo caminho a ser percorrido para que o e-commerce supere as vendas no varejo físico, em especial no setor moveleiro, com os consumidores tradicionalistas…
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Experiência do consumidor: O que mudou na jornada de compra de móveis?

A exemplo do que ocorreu em grande parte do mundo, a economia brasileira foi fortemente golpeada nos primeiros meses da pandemia no País. Isso porque, as restrições sociais impostas para o controle do vírus não só exigiram o fechamento do varejo físico, como aumentaram o nível de instabilidade financeira do consumidor. Como reação, os brasileiros colocaram o pé no freio do consumo. Levando, assim, à indústria a sofrer uma queda produtiva histórica entre os meses de março e maio. Veja mais sobre a jornada do consumidor no varejo e móveis: Comportamento multicanal: Questões analógicas e a jornada de compra de móveis na Internet Experiência do consumidor: O que mudou na jornada de compra de móveis? Jornada de compra e os caminhos para as vendas de móveis Com a adoção do…
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Caminhos para as indústrias de móveis: O que esperar de 2021

Quem são, o que querem e onde compram os consumidores de 2020? Veja detalhes da pesquisa realizada pela Fundação de Dados em parceria com a Eucatex. O conteúdo traz ainda: Queda de vendas em 2020 pode ser revertida pelas indústrias de móveis em 2021? Novos canais de venda despontam neste ano e mais O inesquecível ano de 2020 será marcado, entre inúmeras razões, pela valorização do lar como centro de acolhimento pessoal, familiar e de desenvolvimento de diversas atividades, outrora desempenhadas fora. Assim, mudamos os locais das empresas, das escolas, faculdades, restaurantes, lanchonetes, teatros, auditórios, academias, ginásios, cabeleireiros, shoppings e tantos outros para um único endereço: nossos próprios lares. Para essa ressignificação do morar, inúmeras modificações, adaptações e melhorias — desde uma grande reforma até pequenos reparos — tornaram-se necessárias e…
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Varejo on-line: A experiência como elemento de compra

O ano de 2020 já é um divisor de águas para o varejo de móveis, não só brasileiro, mas mundial. O isolamento social e as restrições ao comércio físico carimbaram de vez a escalada do varejo on-line. Que não só aparece como um facilitador tanto para quem vende quanto para quem compra. Como também vai ao encontro das diversas mudanças relacionadas aos hábitos e perfis de consumo evidenciadas neste ano – e das quais já falamos bastante aqui na plataforma. Para se ter uma ideia, o crescimento das vendas on-line durante os meses mais restritos da quarentena no País, chegou a 81%, quando comparado com os cinco primeiros meses de 2019. O número é da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Relatório divulgado pela instituição, ainda demonstrou que 61%…
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Onde os consumidores querem comprar? A jornada de compras chega aos canais

No mundo pós-pandemia, mesmo com a evolução dos canais digitais, o jogo do varejo continuará sendo decidido nas lojas físicas. Pelo menos é o que indica a atual jornada de compras do consumidor brasileiro No artigo de ontem — clique para ler — revelamos que as categorias “Móveis e Eletrodomésticos” e “Material de Construção” foram as principais responsáveis por puxar  as vendas do varejo brasileiro para cima em 2020. Também já falamos aqui, anteriormente, sobre os meios pesquisados para a escolha dos móveis e os tipos de mobiliário comprados por ambiente. Hoje damos mais um passo na jornada de compra dos consumidores de móveis no Brasil, aprofundando-nos nos canais de compra utilizados pelos consumidores, bem como suas avaliações em relação a cada um deles. Recorremos, para isso, novamente à Pesquisa…
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Urbanos Rurais: home office está transformando a distribuição e consumo

Home office - Se  você acompanhou a nossa série “Os caminhos para a compra”, lembra que, no ano passado, grande parte dos consumidores procuravam por um “oásis ao ar livre”, tanto para fazer suas compras como para trocar um pouco de ambiente, mudando-se temporariamente para áreas rurais ou passando mais tempo na natureza. Agora, os chamados “urbanos rurais” estão tornando essa mudança permanente. Os benefícios da vida na cidade, incluindo proximidade e conveniência, foram prejudicados ou minimizados por lockdowns e pelo trabalho remoto. Esses consumidores se sentiam confinados em seus pequenos espaços, ao mesmo tempo em que tinham de arcar com um custo de vida alto, em especial nos grandes centros urbanos. Enquanto isso, uma transformação foi ocorrendo, tornando questões como a melhor qualidade do ar, menos congestionamento, o desejo…
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10 tendências globais de consumo: quem seremos em 2022?

Lembra da nossa série “Os caminhos para a compra”, em que trouxemos os principais perfis de consumidores, seus hábitos e expectativas no processo de tomada de decisão em 2021? Sempre com a missão de colaborar com o planejamento estratégico da indústria e do varejo de móveis, hoje iniciamos mais uma série especial com base em recente estudo da Euromonitor International, especialista em comportamento de consumo. Conheça as “10 principais tendências globais de consumo em 2022”. A cada ano, a Euromonitor faz um levantamento para identificar as tendências emergentes e dinâmicas mais propensas a ganhar força no ano seguinte. Tais tendências fornecem informações sobre as mudanças nos valores dos consumidores, explorando como o comportamento dessas pessoas está transformando e impactando empresas no mundo todo. Ressaltando, para tal, análises gerais e características;…
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Afinal, o consumidor busca por um colchão ou uma melhor experiência de sono? Case molas Pocket®

Case molas Pocket® - Pode parecer contra-intuitivo, mas um argumento de venda não deve começar com o anúncio do produto. O quê? Pois é… Nós temos falado muito por aqui em nossa série “Entendendo os caminhos para a compra”, sobre como o comportamento das pessoas afeta aos seus hábitos de consumo e, consequentemente, à tomada de decisão. Num mercado cada vez mais competitivo, mais do que vender produtos, portanto, o foco deve estar em oferecer soluções e experiências que de fato atendam às necessidades e ao estilo de vida do consumidor. Com as vendas de colchões crescendo exponencialmente desde o último ano, quando o isolamento social tornou o olhar (e o bolso!) dos consumidores para dentro dos seus próprios lares, algo fica claro: o brasileiro quer dormir melhor. Afinal, não…
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Perfil de consumo em ascensão: os fanáticos por autocuidado

Focados na própria saúde física e mental, os “Fanáticos por Autocuidado” priorizam suas próprias necessidades e interesses em vez de questões globais. Por isso mesmo é difícil que sejam atraídos por tendências e movimentos de massa. Mais um perfil de consumo em ascensão segundo a Euromonitor International, especialista em hábitos de compra, este grupo corresponde por até 5% da população mundial, devendo gerar impacto no seu negócio. O fanático por autocuidado coloca muita importância e foco em si mesmo. Isso inclui priorizar sua saúde e bem-estar. Dessa forma, é natural que esse grupo opte por marcas com maior apelo saudável e que “vendam” uma experiência mais focada em qualidade de vida. Tais como fabricantes ou lojas de móveis que ofereçam alternativas para que eles possam ambientar os espaços de acordo…
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Tarifaço na indústria moveleira pressiona exportações e cobra reação do Brasil

O tarifaço na indústria moveleira já não pode ser analisado como um problema isolado da política comercial dos Estados Unidos. Em 2026, Estados Unidos, China e União Europeia ampliaram barreiras para proteger setores domésticos, preservar empregos e fortalecer suas cadeias produtivas. Embora cada medida tenha uma justificativa própria, todas seguem uma mesma lógica: quando uma grande economia identifica riscos para sua produção, coloca o interesse nacional acima das afinidades políticas e dos discursos diplomáticos. Por isso, o Brasil precisa abandonar respostas improvisadas e tratar o comércio exterior como política de Estado. Para a indústria de móveis, o problema envolve mais do que a perda de exportações. A nova onda de protecionismo pressiona margens, contratos, empregos, investimentos e fornecedores. Ao mesmo tempo, produtos desviados de mercados mais protegidos podem aumentar a…
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