Que os primeiros meses do ano chegam também com uma baixa na produção de móveis, isso já é esperado. Preocupa, porém, a forte queda no volume produzido em janeiro de 2022 quando comparado à performance da indústria moveleira em igual mês no ano passado. Com recuo de 33%, na série com ajuste sazonal, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o setor apresentou a pior baixa na comparação entre todas as atividades industriais pesquisadas. A nova edição da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) também revelou queda de 5% no volume de móveis produzidos na passagem de dezembro de 2021 para janeiro de 2022. Resultados indústria geral É importante ressaltar, contudo, que na comparação com janeiro de 2021, a indústria brasileira no geral também recuou, -7,2%, no primeiro mês de…
“Um ano em que a indústria brasileira cresce sobre um período de muita perda.” Foi assim que o gerente da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), descreveu o desempenho do setor industrial brasileiro em 2021. Crescendo 2,9% na passagem de novembro para dezembro e acumulando alta de 3,9% no ano passado, o acumulado do ano interrompeu dois anos seguidos de queda: -1,1% em 2019 e -4,5% em 2020. Apesar do avanço, baseado, sobretudo, em comparações muito baixas no início do ano passado, a produção industrial no Brasil se encontra 0,9% abaixo do patamar de fevereiro de 2020, no cenário pré-pandemia; e 17,7% abaixo do nível recorde, registrado em maio de 2011. Não compensando, portanto, a queda de 4,5% de 2020. Mas, sem dúvida,…
Enquanto os dados preliminares levantados pelo IEMI - Inteligência de Mercado para a ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário) apontam um crescimento de 2,71% em volume e 9,8% em receita na produção de móveis e colchões no consolidado de 2021 — relembre todos os resultados aqui —, a primeira Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) neste ano, demonstra queda na produção de móveis em novembro do ano passado, puxando para baixo o desempenho da indústria brasileira no final de 2021. O recuo do setor moveleiro foi de 3,4% em relação a outubro e de 17,9% em comparação a novembro de 2020, sendo este o segundo pior resultado entre os ramos avaliados. Dessa forma, o acumulado do ano, que vinha positivo, mas em…
Produção de móveis tem nova queda mensal. Sim, a esperada, mas nada bem-vinda desaceleração do setor moveleiro após um período histórico de retomada e ganhos parece ter mesmo chegado. O recuo de 0,7% na produção de móveis em agosto na comparação com julho de 2021 parece singelo. No entanto, revela quedas consecutivas e representa um decréscimo de 12,9% em relação ao produzido em agosto de 2020. Puxando tanto o acumulado do ano quanto dos últimos 12 meses para baixo. De acordo com a nova edição da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF), desenvolvida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o acumulado do ano, que era de +16,7% até julho, caiu para +11,4% no mês de agosto de 2021. Número ainda positivo, mas que demonstra um caminho de desaceleração. Caminho, este,…
Com a divulgação dos dados consolidados do primeiro semestre deste ano, nós trouxemos aqui na Plataforma Setor Moveleiro, durante o mês passado, a pergunta: “Produção de móveis: sustentada ou oscilante?”. E a verdade é que encontrar uma resposta se mostra a cada dia mais complexo. De um lado temos as vendas de móveis no varejo subindo acima da média nacional — veja os números clicando aqui; de outro, observamos o volume produzido nas fábricas recuar pelo segundo mês consecutivo. Mantendo-se, assim, um acumulado positivo no ano, +16,7% (janeiro-julho), porém, em ritmo decrescente na passagem entre os semestres. Os dados são, mais uma vez, da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF), recém-publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Números da produção de móveis em julho A produção de móveis em julho…
Chegar ao fim do primeiro semestre de 2021 e olhar para trás, buscando compreender as mudanças que ocorreram na indústria moveleira e na economia nacional nos últimos 12 meses, é não só um exercício para a memória, mas uma lição para o futuro de toda a cadeia produtiva madeira e móvel. O que num primeiro momento exigiu a parada de fábricas e do varejo físico, além de inibir o consumo ao redor do País, o isolamento social trouxe também uma mudança significativa no comportamento e nos hábitos de compra do brasileiro. Nesse sentido, dois pontos em especial colaboraram para esta transformação, segundo aponta a Impress Decor Brasil em balanço semestral divulgado pela empresa. Primeiro, as restrições físicas trouxeram atividades típicas do mundo externo, como trabalhar, estudar, se exercitar, entre outras,…
Segundo os critérios avaliados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria moveleira tem motivos de sobra para comemorar. A última Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF), divulgada pelo instituto, aponta crescimento no setor em todas as variações do estudo. Enquanto o aumento na produção de móveis no quinto mês deste ano recupera o volume perdido em maio de 2020: +42,5% sobre -37%, respectivamente. Na comparação com abril, o avanço de 4,5% não foi o suficiente para resgatar as leves perdas causadas pela desaceleração mês a mês no início do ano (veja tabela abaixo). Ainda assim, o cenário é bastante otimista para a indústria moveleira. O setor acumula resultados positivos tanto de janeiro a maio de 2021 em relação a igual período do ano passado (+29,4%) quanto nos últimos 12…
A produção de móveis e colchões no Brasil alcançou um aumento de 14,7% no acumulado do primeiro trimestre de 2021. O que, como já falamos por aqui, parece confirmar o bom desempenho do setor neste ano, mais do que recuperando o volume perdido nos primeiros três meses de 2020. Esse, claro, é um panorama geral. Mas como vem se comportando a indústria moveleira nas principais regiões produtoras de móveis do País? Paraná e Rio Grande do Sul O último relatório “Conjuntura de Móveis”, desenvolvido pelo IEMI - Inteligência de Mercado para a Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (ABIMÓVEL), revelou que entre os principais estados produtores de móveis no Brasil, o volume de produção no Paraná registrou aumento de 9,3% na passagem de fevereiro para março de 2021. Houve aumento…
Alcançando o maior resultado para um mês de abril desde o ano 2000, as vendas do comércio varejista nacional subiram 1,8% em volume e 1,4% em receita na passagem do terceiro para o quarto mês deste ano. O maior destaque ficou por conta do desempenho da categoria “Móveis e eletrodomésticos”, que cresceu 24,8% na mesma comparação. É importante lembrar que no mês anterior, março, o varejo nacional (não ampliado) havia sofrido queda de 1,1% nas vendas. O comportamento se refletiu também no consumo de móveis e eletrodomésticos, que experimentou queda de 1,3% no mês, após crescer 5,6% em fevereiro. Vendas de móveis subiram 18,7% entre janeiro e abril de 2021 Recuperando os bons números e voltando ao patamar pré-pandemia, de acordo com a análise dos responsáveis pela Pesquisa Mensal do…
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o levantamento da produção de móveis no primeiro trimestre de 2021. No comparativo com março do ano passado — primeiro mês de parada das fábricas devido à pandemia —, a alta foi de 35,8%. Vindo num ritmo crescente desde o início do segundo semestre de 2020, no entanto, a produção moveleira caiu 9,3% em março deste ano na comparação com o mês imediatamente anterior (fevereiro), segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF). Não é difícil compreender estes números. Enquanto as restrições mais rígidas limitaram o volume produtivo no final do primeiro trimestre do ano passado, justificando o aumento significante no confronto com março de 2020; a estabilização da demanda combinada aos desafios relacionados à compra de insumos e matérias-primas…